7 hours ago · May 19, 2013 · 19 notes
"- Você está bem?
- Todos os dias as pessoas me perguntam isso.
- O que você responde?
- Que estou.
- E você é sincera?
- Me pergunta isso amanhã." —
The Vampire Diaries  (via allaxg)
8 hours ago · May 19, 2013 · 40,376 notes
"O que eramos
ninguém conseguia ser,
e o destino
Deus sabe lá o porque
sentiu inveja
e nos fez saudade." —
Incognitar.  (via incognitar)
13 hours ago · May 19, 2013 · 156 notes
"Sou direta. Fria. Seca. E nada disso é novidade pra ninguém. É só o meu jeito." —
Tati Bernardi.    (via autografia)
2 days ago · May 17, 2013 · 21,976 notes
"Então vi num súbito pensamento o que de fato eu poderia ser, e mais do que isso, reconheci-me como ser. Todos os rótulos, todos os fracassos adjetivados, todas as palavras que me sentenciaram foram postas à prova. Nem todos os erros poderiam me deixar prostrada, nem todo o eco dos silêncios tirariam a força que vi em mim, que achei guardada. Não me orgulho do que fui, não aplaudo meus erros, mas hoje tenho a malícia de saber que nada é perpétuo." —
Milena Funari.  (via profetizas)
3 days ago · May 16, 2013 · 39 notes
"Não sou de correr atrás de ninguém, tenho o orgulho entalado na garganta. Minha paciência se esgota com facilidade. Pra mim é “oito ou oitenta”, não existe meio termo. Cheguei no limite em que não necessito de tantas coisas. Joguei fora todo acumulo, seja lá de sentimentos ou de cartas velhas espalhadas pela casa. Cansei de ver gente colecionando corações e levando junto o meu. Não, isso não é uma indireta, até por que não tenho medo de falar nada. Sabe o que me aconteceu? Peguei uma caneta e giz de cera, comprei uma cartolina, coloquei na parede de frente pra minha cama e escrevi: Toma vergonha na cara menina, levanta essa cabeça e vai viver!" —
Camila Mendes.   (via excrucias)
3 days ago · May 16, 2013 · 1,558 notes
3 days ago · May 16, 2013 · 66,752 notes
"Contarei, então, meu segredo: morro de medo. Medo do futuro, do que me espera, do que será de mim e meus desejos. Todos os dias tenho um pequeno ataque cardíaco de medo. Medo de não ser como imagino, de taparem meu sol com um muro de concreto, de acordar e ver que o tempo já pegou um avião e fugiu de meu alcance num estalo de dedos. Minhas mãos tremem de medo de não ser suficiente. De tornar-me um copo meio vazio. De ser normal. Sou esfaqueada pelo medo de me perder. Me perder na rua, me perder de foco, me perder de mim após pegar a via errada. Vivo passando pelo fogo cruzado do medo, que tenta matar minha coragem e vontade de ser. Morro de medo de não ser. Não ser aceita, não ser amiga, não ser boa, não ser confiável, não ser verdadeira, não ser eu. Sou sufocada de medo. Estremeço de pensar que posso desistir de lutar e perder a batalha. Que o temor me afogue. Morro de medo de morrer. De dormir e não acordar. De deixar de sonhar. De virar minha própria prisioneira e cortar minhas asas com medo de voar. De me trancar e jogar fora a chave do meu coração. Me enforco de medo de perder a esperança. De perder o jogo, o ar, a motivação. Me atiro de medo de tornar-me outra, de não me tornar nada. De não ser a mesma com todos, de continuar sempre a mesma. De ir embora, de ficar para sempre. De viver, de morrer. De ser esquecida, de ser toda hora lembrada. De perder, de ganhar todas as vezes. De ter muito, de não ter. Tenho um AVC de medo, que todos os dias tenta paralisar minha fala e meus sentidos. A todo momento tenta paralisar meus pés e meus sonhos. Um derrame que vive tentando me deixar em coma, estando viva sem viver." —
rio-doce. (via profetizas)
3 days ago · May 16, 2013 · 2,173 notes
3 days ago · May 16, 2013 · 238 notes
"Eu sinto tanto a sua falta que chega a doer. Mas não é aquela dorzinha boba, de arranhão, que a gente chora pra chamar atenção quando se é criança; também não é aquela dor imensa, mas que dói naquela hora e passa, que nem a depilação. Parece a dor da queda. A queda de bunda no chão, que fica doendo um montão de tempo. Que dói e continua a doer; e mesmo quando parece que ela aconteceu há décadas, ela continua lá. Como uma sequela. E quando a gente começa a esquecer da queda, da dor, vem algo bestinha; alguma coisa que toca no machucado, alguma coisa que te lembra que ele está e que vai continuar alí. Algo que é interno, que nenhum remédio vai curar; que até o vento frio, uma música, a chuva, uma palavra… Faz com que ele volte a doer com toda a intensidade. Parece que você se curou, que ele nem existe mais. É aí que você se pega chorando, mergulhado nas lembranças. Mergulhado em como sua vida era antes daquela queda. Poxa, maldita queda! Tudo estava tão bem, e foi tão inesperado… Nunca vou te ter de volta. Ou como no caso da comparação, a sequela da minha queda nunca vai cicatrizar." —
Mas me disseram… Que iria cicatrizar. (via licenciador)
3 days ago · May 16, 2013 · 139 notes
"Sapato baixo, calça larga e cabelo preso. Esquentou e seus ombros tensos agradecem. Que cara bonita é essa? Já logo no elevador. Ah, devo ter dormido bem. Bom dia, bom dia. Olha, você está muito bonita hoje. Um fala, outro concorda. E pelos corredores, sorrisos dão continuidade aos elogios. O que é? Que segredo ela guarda? Que novidade é essa? Na cozinha perguntam: novo amor? No estacionamento perguntam: voltou com alguém? No restaurante, na hora do almoço: é alguém novo? Cruza com um namorado antigo “nossa, você tá muito… é o quê? Sexo? A noite toda? Conta, vai, eu aguento ouvir”. Contar o quê? No espelho, enquanto escova os dentes, fecha os olhos e sabe pra si o segredo: ninguém. Não gostar de ninguém." —
Tati Bernardi  (via profetizas)
3 days ago · May 16, 2013 · 5,594 notes
"Mas, quanta gente ainda vai precisar morrer pra gente aprender a reagir? Pra gente se tocar que, não, as coisas não acontecem só com os outros? Que dirigir quase embriagado também dá morte? Que “fazer acordo” pra ganhar seguro-desemprego e furar a fila do pão também são exemplos de corrupção? Quantos estádios modernos de futebol a gente ainda vai erguer pra esquecer que tem gente morrendo na fila de um hospital grotesco? Se o seu apêndice estourar no meio da Copa, amigo, imagina a festa. Eu acho que nossa cara já está dormente de tanto apanhar. Tanto que a gente quase não sente mais nada, nem por nós mesmos, que dirá pelos outros." —
Gabito Nunes   (via profetizas)
3 days ago · May 16, 2013 · 1,134 notes
"Eu percebi que te amava quando me dei conta de que todos os meus planos pra vida incluíam você. Eu percebi que te amava quando te esquecia por minutos e te lembrava pelo resto do dia. Percebi que te amava quando vi que eu poderia caber em qualquer lugar, mas preferia caber dentro de você. Eu percebi que te amava quando eu imaginei meus filhos com o teu sorriso." —
Giulia Mainardi.  (via profetizas)
3 days ago · May 16, 2013 · 18,216 notes
"Prefiro esbanjar emoções. Mesmo que doa. Mesmo que, um dia, eu possa me arrepender. Meus arrependimentos duram pouco, alguma coisa me cutuca e diz olha, que bom que você fez. Que bom que você teve coragem. Que bom que você sente. Que bom que você tenta. Tentar é se arriscar. E tudo na vida tem metade de chance de dar certo. E a outra metade? De dar errado. Mas não é poupando que você saberá." —
Clarissa Corrêa (via proviscar)
3 days ago · May 16, 2013 · 102 notes
"Há momentos na vida em que sentimos tanto a falta de alguém que o que mais queremos é tirar esta pessoa de nossos sonhos e abraçá-la. Sonhe com aquilo que você quiser. Seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que se quer. Tenha felicidade bastante para fazê-la doce. Dificuldades para fazê-la forte. Tristeza para fazê-la humana. E esperança suficiente para fazê-la feliz. As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas. Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos. A felicidade aparece para aqueles que choram. Para aqueles que se machucam. Para aqueles que buscam e tentam sempre. E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas. O futuro mais brilhante é baseado num passado intensamente vivido. Você só terá sucesso na vida quando perdoar os erros e as decepções do passado. A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade. A vida não é de se brincar porque um belo dia se morre." —
Clarice Lispector.  (via profetizas)
3 days ago · May 16, 2013 · 13 notes